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Executive Presence: a arte de estar presente e perceber o outro
Desenvolva escuta ativa, leitura de sinais e presença de liderança em cada conversa, reunião e decisão.
Para quem é este programa
Para líderes que percebem que estar fisicamente presente não é o mesmo que estar de fato presente. Executivos que decidem no meio de muitos estímulos e querem recuperar a capacidade de escutar de verdade, ler o que não é dito e sustentar presença sob pressão, em reuniões, negociações e conversas de liderança.
Líderes em reuniões constantes
Quem passa o dia em conversas e sente que não está presente em nenhuma
Quem negocia e decide
Quem precisa captar sinais além das palavras
Gestores de equipes
Quem quer que as pessoas se sintam de fato ouvidas
Executivos sob alta pressão
Quem reage no automático e quer voltar a responder com clareza
Você reconhece alguma dessas situações
Presença dividida
Você está na reunião, mas parte da mente já foi para o próximo compromisso
Sinais que passam despercebidos
Dificuldade em perceber o que um liderado ou cliente não diz abertamente
Escuta superficial
Você ouve as palavras, mas perde o tom, a postura e o que está por trás
Piloto automático nas conversas
Pouco espaço para de fato estar com a outra pessoa
Reações no lugar de respostas
Conversas conduzidas pela pressão do momento, não pela leitura da situação
Como funciona o processo
Um programa estruturado em oito semanas, seguindo o protocolo MBSR adaptado ao contexto executivo.
Sair do automático
recuperar atenção e foco
Ler o corpo e o estresse
consciência corporal e resposta ao estresse
Responder, não reagir
regulação e escuta ativa
Presença aplicada
presença em reuniões e plano de continuidade
Metodologia e fundamentos
Presença não é técnica de palco, é uma competência que se treina. O programa se apoia no protocolo MBSR, traduzido em três dimensões práticas da liderança.
Gestão da Atenção
Interromper o piloto automático e as ruminações internas para estar de fato presente diante da outra pessoa.
Percepção do Outro
Leitura de sinais não verbais, escuta ativa e captação do que não é dito, intenções, receios e crenças.
Presença Relacional
Aplicar essas capacidades em conversas de liderança, negociações e reuniões de qualquer formato.
O que você leva ao final
Uma competência que se percebe nas primeiras semanas e se aprofunda com a prática: a capacidade de estar de fato presente, e de perceber o que a maioria não percebe.
Escuta ativa mais apurada
Captar o que é dito e o que fica nas entrelinhas
Leitura de sinais não verbais
Mais atenção a postura, tom de voz e linguagem corporal
Menos reatividade sob pressão
Responder às situações em vez de reagir automaticamente
Relações de confiança mais fortes
As pessoas sentem que são de fato percebidas e ouvidas
Quem conduz
Quase 40 anos na indústria, de encarregado de oficina a CEO. Foi CEO da F2J TechPlast na Argentina, Diretor Industrial da Ampère (Grupo Renault) e VP de Manufatura, Supply Chain e Engenharia de Processos da Renault para a América Latina. Conduziu turnarounds, construiu do zero um polo de veículos elétricos premiado e liderou 14 mil pessoas em oito plantas e quatro países. É essa vivência — e não teoria de liderança — que sustenta cada sessão de mentoria.
Além da trajetória industrial, Luiz tem formação em neurociência e psicologia positiva e está em formação no protocolo MBSR — a base científica deste programa. É a combinação entre chão de fábrica e ciência do comportamento que dá a este trabalho um lastro raro.
Luiz Quinalha
CEO · Liderare Consulting Board Advisor · Industrial Transformation & Leadership
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O primeiro contato é uma conversa de diagnóstico, sem compromisso comercial.
Perguntas frequentes
O que é mentoria executiva e em que momento ela é indicada?
A mentoria executiva é um acompanhamento individual e confidencial voltado a C-Levels, diretores e líderes que precisam decidir em cenários complexos. Diferente de um curso, parte dos desafios reais que o executivo enfrenta naquele momento e oferece um espaço externo, sem interesse político interno, para testar hipóteses e revisar escolhas. É indicada em situações como a assunção de um novo cargo, a condução de uma reestruturação, conflitos de engajamento em equipes seniores, preparação de sucessão e períodos de alta pressão por resultados. O valor do processo depende diretamente da vivência de quem conduz: um mentor que já ocupou posições equivalentes antecipa armadilhas que um observador externo dificilmente enxergaria. O formato pode ser contínuo, com encontros periódicos ao longo de meses, ou concentrado em um desafio específico. Sigilo, clareza de objetivos e disposição para revisar premissas são condições básicas para que funcione. Na Liderare, a condução é de um ex-CEO e VP industrial, e o detalhamento está em Soluções In Company.
Qual a diferença entre mentoria e coaching executivo?
Os dois formatos apoiam o desenvolvimento de líderes, mas partem de premissas distintas. O coaching trabalha essencialmente com perguntas e não pressupõe que quem conduz tenha experiência na área do cliente: o foco é ajudar a pessoa a encontrar as próprias respostas. A mentoria pressupõe o contrário — que quem conduz já percorreu aquele caminho e transfere repertório, critérios de decisão e leitura de contexto acumulados na prática. Na mentoria executiva industrial, isso significa trabalhar com alguém que conduziu operações, turnarounds e negociações reais, e não apenas domina técnicas de facilitação. Na prática, um bom processo combina os dois: há momentos de perguntar e momentos de mostrar o caminho já percorrido. A escolha depende do que o executivo procura — se busca sobretudo autoconhecimento estruturado, o coaching basta; se busca também o repertório de quem já esteve ali, a mentoria agrega. O programa da Liderare usa o modelo GROW para estruturar as sessões, unindo as duas lógicas. Mais sobre a condução em Sobre a Liderare.
Como é a metodologia das sessões de mentoria?
A metodologia parte sempre de um caso real do executivo, não de um conteúdo pré-definido. Cada sessão é estruturada pelo modelo GROW, que organiza a conversa em quatro movimentos: definir a meta, ler a realidade atual, mapear opções com prós e contras, e fechar com um compromisso de ação. Em paralelo, o desenvolvimento segue a lógica do PDCA — planejar, executar, verificar e agir — de modo que o que é discutido na sessão seja aplicado no ambiente de trabalho e revisado no encontro seguinte. Esse ciclo transforma a mentoria em aprendizagem contínua, e não em uma sequência de conversas isoladas. Quando faz sentido, o processo inclui visitas técnicas ao ambiente do executivo ou o formato de shadow mentoring, em que o mentor acompanha o líder em situações reais de trabalho. Entre as sessões, há acesso para questões urgentes. O objetivo não é entregar respostas prontas, mas desenvolver a capacidade de decidir com método. As áreas de expertise cobertas estão detalhadas na seção de metodologia desta página.
Para quais áreas e desafios a mentoria é indicada?
A mentoria cobre os desafios típicos de quem lidera operações industriais complexas, apoiada em sete áreas de expertise. Em transformação organizacional, trabalha implementação de Lean Manufacturing e Lean Leadership, design de organizações e gestão de mudança. Em operações, foca aumento de produtividade, redução de custos e melhoria de desempenho. Há também frentes de liderança de equipes de alta performance, gestão estratégica com Hoshin Kanri, qualidade e satisfação do cliente, supply chain e otimização de capital de giro, e gestão de stakeholders — incluindo negociação com sindicatos, fornecedores e parceiros. Na prática, o executivo traz o desafio que está enfrentando e o trabalho se organiza em torno dele, cruzando as áreas conforme a necessidade. Um mesmo processo pode começar por uma decisão de reestruturação e evoluir para preparação de sucessão, por exemplo. Essa amplitude vem da própria trajetória de quem conduz, que atuou em manufatura, qualidade, supply chain e direção-geral.
Quem conduz a mentoria executiva da Liderare?
A mentoria é conduzida por Luiz Quinalha, executivo com quase 40 anos de trajetória industrial. Começou como encarregado de oficina e chegou a CEO, passando por posições de gerência, direção de planta e vice-presidência regional. Foi VP de Manufatura, Supply Chain e Engenharia de Processos da Renault para a América Latina, com responsabilidade sobre oito plantas e cerca de catorze mil pessoas; Diretor Industrial da Ampère, entidade de veículos elétricos do Grupo Renault; e CEO da F2J TechPlast na Argentina, onde conduziu um turnaround com plano de recuperação de resultado já em execução. Sua formação combina engenharia e MBA em Lean com três pós-graduações em neurociência e psicologia positiva, o que dá ao trabalho um lastro que une operação e comportamento humano. Atuou em cinco países e em setores como automotivo, telecomunicações, eletrônicos e alimentos. É essa vivência de quem esteve na cadeira de decisão — e não domínio apenas teórico — que diferencia a mentoria. A trajetória completa, com números e contexto verificáveis, está em Sobre a Liderare.
A mentoria executiva é realizada online e em todo o Brasil?
Sim. A mentoria executiva é conduzida majoritariamente em ambiente virtual, com encontros agendados conforme a disponibilidade do executivo. Esse formato permite atendimento em qualquer região do Brasil e também no exterior, com condução em português, inglês, francês ou espanhol. Encontros presenciais são combinados quando o escopo do trabalho justifica — por exemplo, em visitas técnicas ao ambiente de trabalho ou no formato de shadow mentoring, em que o mentor acompanha o líder em situações reais. A base física fica em Curitiba, e há atendimento prioritário nas praças de São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Joinville e Blumenau, com deslocamentos pontuais conforme a necessidade. A escolha entre virtual, presencial e híbrido é definida na conversa inicial, a partir do objetivo do processo e da rotina do executivo. Para quem lidera operações com unidades em mais de uma cidade ou país, o formato virtual costuma ser o mais prático, sem perda de profundidade. Os canais de agendamento estão na página de contato.