Cases
Um programa de estágio com apenas 30% de taxa de sucesso preencheu as sete posições de direção operacional da América Latina e exportou quatro executivos para a Europa.
posições de direção operacional preenchidas internamente
executivos exportados para o Grupo Renault Europa
de programa, com apresentação pessoal ao VP em cada etapa
Faltavam líderes locais prontos para posições estratégicas, e a cultura Renault dificultava atrair de fora.
O mundo Renault é específico e complexo: não é fácil para quem vem de fora absorver a cultura francesa. A política salarial, que por princípio nunca é a que melhor paga, dificultava atrair e reter talentos, que migravam para quem pagava mais.
Montamos um programa de estágio com dois diferenciais que mudavam o objetivo do formato.
O objetivo não era formar estagiários genéricos, mas engenheiros líderes, futuros supervisores. E, como não conseguíamos atrair estudantes no fim do curso, adaptamos para estudantes a partir da metade da graduação. Duração de 18 meses, supervisionados diretamente por mim, com o gerente de cada área como mentor.
A formação começava no chão de fábrica e cobrava profundidade real de vivência.
O programa passou a abastecer sozinho a liderança da região, e a exportar talento.
As sete posições de direção operacional da América Latina passaram a ser ocupadas por profissionais formados no programa.
hoje são fruto dessa metodologia de desenvolvimento.
invertendo o fluxo tradicional de talentos, normalmente da Europa para a América Latina.
Um programa com 30% de taxa de sucesso pode parecer fracasso, mas é o oposto: prova que o critério era real. Supervisionar pessoalmente cada apresentação por 18 meses é o tipo de investimento de tempo executivo que a maioria das empresas terceiriza para o RH e nunca mais acompanha.