Cases
Unifiquei as prioridades de qualidade entre áreas que não tinham autoridade hierárquica entre si e tirei a Renault dos últimos lugares de satisfação no Brasil.
avaliação das concessionárias no Google, de menos de 3 antes
em custos de garantia no primeiro ano
economizados, aproximadamente, no mesmo período
Qualidade é a única função que conversa de ponta a ponta com a empresa, mas ninguém falava a mesma língua.
No onboarding, perguntei a cada VP da América Latina quais eram suas prioridades de qualidade. Todos trabalhavam com entusiasmo, mas cada área tinha um Top 3 diferente, e nenhum deles conversava com o que o cliente real, via SAC e áreas comerciais, precisava resolver.
O segundo desafio era mover colegas sobre os quais eu não tinha ascendência hierárquica.
Havia diversos sistemas paralelos de problemas de qualidade que não se conversavam, a maior parte deles dentro da própria área global de Qualidade. Uma disputa de silos e de poder dentro da mesma função.
A saída não foi impor uma lista de cima para baixo, foi construir credibilidade e deixar os dados decidirem.
A unificação de prioridades destravou problemas que se arrastavam por meses.
A avaliação das concessionárias no Google, com o Brasil subindo dos últimos lugares ao 4º em satisfação no país.
Parados na rede aguardando solução, ante centenas antes; problemas que levavam de 6 a 9 meses passaram a ser resolvidos em semanas.
cerca de 26 milhões de euros no primeiro ano.
O desafio real não era técnico. Convencer colegas do mesmo nível a abandonar prioridades próprias em favor de uma prioridade única, definida por dados e não por quem grita mais alto, é das tarefas mais difíceis numa organização matricial. A resposta foi construir credibilidade técnica e usar dados para neutralizar a política interna.