SOBRE A LIDERARE

Sobre a Liderare Consulting e Luiz Quinalha

A Liderare nasceu de uma convicção construída em quatro décadas de operações industriais: performance sustentável nunca é apenas operacional. Processos se otimizam e ferramentas se instalam, mas uma organização só se transforma de verdade quando liderança, cultura e propósito convergem.

Quem somos

Uma consultoria que nasceu de quarenta anos de indústria

A Liderare foi fundada em 2026, mas começou a ser construída muito antes. Ao longo de quatro décadas conduzindo operações industriais no Brasil, na Argentina, na França, na Colômbia e no Chile, Luiz Quinalha atravessou transformações profundas, crises e recuperações difíceis, em contextos onde falhar não era uma opção. Aprendeu muito com fábricas e sistemas. Mas aprendeu mais com pessoas.

Essa leitura deu origem a um trabalho que já vinha acontecendo em paralelo à carreira executiva: primeiro como L. Quinalha, depois como Quantika Coaching e hoje como Liderare Consulting. A diferença é que agora ele é dedicação integral, e não mais uma atividade paralela. A Liderare apoia organizações e líderes que atravessam períodos de complexidade, transição ou pressão intensa.

40 anos

 de trajetória executiva industrial

5 países

onde desenvolveu líderes

14.000 pessoas

lideradas em 8 plantas e 4 países

A trajetória

Uma carreira que subiu degrau por degrau

Cada degrau representa um salto de responsabilidade. Nenhum deles foi pulado.

1986

Grupo Sharp

Início na indústria · manufatura e projetos internacionais

1997

Renault França

De encarregado de oficina a diretor de planta

2011

Renault Brasil

Diretor · 4 plantas em Curitiba · +27% produtividade

2016

Renault América Latina

VP · 14 mil pessoas · 8 plantas · 4 países

2023

Ampère

Diretor Industrial · 2 Car of the Year · 500 mil EV/ano

2023

F2J TechPlast

CEO · turnaround · EBITDA de negativo a +6%

Início da operação

Direção-Geral

A trajetória em profundidade

Como cada fase construiu a próxima

1986 - 1996

O começo na eletrônica

A entrada na indústria foi pelo Grupo Sharp, em manufatura e na industrialização de projetos internacionais. Era um contexto em que a eletrônica brasileira dependia de transferir tecnologia de fora e fazê-la funcionar aqui, com fornecedores, mão de obra e escala completamente diferentes dos projetos de origem. Em 1995 veio a responsabilidade sobre o projeto de manufatura de processo de uma fábrica de celulares em Manaus, em joint venture internacional. Montar uma operação do zero, longe do centro de decisão e com prazo curto, ensinou cedo a diferença entre o que está no papel e o que a fábrica devolve.

Projeto que não sobrevive ao contato com a operação não era projeto, era intenção.

1997 — 2010

Renault: do chão de fábrica à França

A entrada no Grupo Renault foi como encarregado de oficina. Não é um detalhe biográfico: é a origem de uma leitura de operação que não se aprende em sala. Ao longo de treze anos vieram funções de coordenação, gerência e, entre 2008 e 2010, a direção-geral da planta de Maubeuge, no norte da França. Liderar uma fábrica francesa sendo brasileiro, em outra língua e outra cultura de relação com sindicatos, obrigou a substituir autoridade por credibilidade. O respeito não vinha do cargo; vinha de estar presente onde o trabalho acontecia.

Autoridade se recebe com o cargo. Credibilidade se constrói no turno.

2011 — 2016

Curitiba: quatro plantas, um ecossistema

A volta ao Brasil foi para assumir o complexo industrial de Curitiba, com quatro plantas integradas operando como um único sistema. O período combinou redução estrutural de custos, ampliação de capacidade produtiva em 40% e a transformação de uma instalação antiga em uma planta renovada de veículos comerciais. O complexo alcançou a segunda colocação no ranking Harbour International de produtividade automotiva no Brasil. Mas o resultado mais durável foi outro: excelência operacional deixou de ser uma iniciativa corporativa com nome e prazo e virou hábito diário de quem executava.

Programa de melhoria acaba. Hábito de melhoria fica depois que o programa acaba.

2016 — 2022

América Latina: escala e complexidade

A vice-presidência industrial da Renault para a América Latina somou oito plantas e cerca de catorze mil pessoas em Brasil, Argentina, Chile e Colômbia. O período incluiu a industrialização da nova Nissan Frontier, um projeto de meio bilhão de euros reconhecido globalmente como melhor lançamento de produto, e a primeira planta de manufatura digital 4.0 da região. Ambientes construídos nesse ciclo foram reconhecidos como Best Place to Work. Coordenar quatro países com culturas de trabalho, legislações e maturidades distintas mostrou que o gargalo raramente é técnico.

Complexidade em escala é um desafio de liderança antes de ser um desafio operacional.

2022 — 2023

Qualidade como vantagem competitiva

A vice-presidência industrial da Renault para a América Latina somou oito plantas e cerca de catorze mil pessoas em Brasil, Argentina, Chile e Colômbia. O período incluiu a industrialização da nova Nissan Frontier, um projeto de meio bilhão de euros reconhecido globalmente como melhor lançamento de produto, e a primeira planta de manufatura digital 4.0 da região. Ambientes construídos nesse ciclo foram reconhecidos como Best Place to Work. Coordenar quatro países com culturas de trabalho, legislações e maturidades distintas mostrou que o gargalo raramente é técnico.

Qualidade que só existe no indicador não chega ao cliente.

2022 — 2023

Ampere: construir a eletrificação do zero

A Ampère é a entidade de veículos elétricos e software do Grupo Renault. A missão foi transformar quatro fábricas francesas em um ecossistema “Lean Production Agile”, com nove mil pessoas e um bilhão e duzentos milhões de euros sob gestão. Na mesma linha de Douai, três elétricos foram lançados em sequência — e dois deles venceram o Car of the Year europeu em anos consecutivos: o Scénic em 2024 e o Renault 5 em 2025. Douai produziu cem mil unidades do R5 em quinze meses e a capacidade de quinhentos mil veículos por ano foi saturada. Construir capacidade nova é diferente de otimizar a existente: não há rotina para herdar.

Quando não existe rotina para herdar, a cultura precisa ser desenhada junto com a fábrica.

2025 — 2026

TechPlast: um turnaround como CEO.

A posição mais recente foi a de CEO da F2J TechPlast, uma fornecedora de autopeças plásticas em crise na Argentina, após a saída inesperada de VW e Nissan. Foi a primeira vez respondendo diretamente aos donos do capital, e não a um comitê. O trabalho reconstruiu a governança do zero — um novo ERP, controle de compras, comitês de resultado com PDCA e um acordo social negociado com o sindicato — e produziu um plano de recuperação de EBITDA de muito negativo para +6%, já em execução e sendo cumprido nos primeiros meses, construído sobre um cenário conservador de menos trinta por cento. Ao mesmo tempo, a relação desgastada com Fiat e Renault foi revertida a ponto de a empresa deixar de ser citada como risco nos fóruns dos clientes.

Um turnaround só terminou quando ele não depende mais de quem o conduziu.

Formação e certificações

O lastro técnico por trás do método

Formação acadêmica

Engenharia

UTFPR

MBA — Supply Chain e Lean Manufacturing

UFRGS

Neurociência e Sustentabilidade de Pessoas e Organizações

Santa Casa SP

Neurociência e Comportamento Humano

PUC-RS

Psicologia Positiva

PUC-RS

certificações

Certified Coach

ICF

Emotional Intelligence Certified Coach

modelo Goleman

Lean Leadership for Senior Managers

MBSR — protocolo de redução de estresse

em curso

Learning Expedition em inovação

Vale do Silício

PT · EN · FR · ES

Engenharia e Lean de um lado, neurociência e psicologia positiva do outro. É essa combinação que permite falar a língua de quem vem da operação e, ao mesmo tempo, tratar de comportamento, cultura e liderança com base técnica.

Reconhecimento

Do operador de produção ao presidente de conselho

No que acreditamos

Missão, visão e valores

Missão

Desenvolver profissionais, líderes, times e organizações para atuarem com mais clareza, propósito e performance — em qualquer cenário.

Visão

Ser uma das cinco principais referências do mercado brasileiro em desenvolvimento de liderança para operações industriais.

Valores

01

Transparência

02

Desenvolvimento

03

Agilidade

04

Flexibilidade

05

Parceria

Fale conosco

Vamos conversar sobre o seu desafio

O primeiro contato é uma conversa de diagnóstico, sem compromisso comercial.

Dúvidas

Perguntas frequentes sobre a Liderare

Quem é Luiz Quinalha?

Luiz Quinalha é engenheiro e executivo com quarenta anos de trajetória em operações industriais. Começou em 1986 no Grupo Sharp e em 1997 entrou no Grupo Renault como encarregado de oficina. Ao longo dos anos seguintes assumiu a direção de uma planta na França, o complexo industrial de Curitiba com quatro fábricas e a vice-presidência de operações da Renault na América Latina, com responsabilidade sobre oito plantas e cerca de catorze mil pessoas em quatro países. Entre 2023 e 2025 liderou a construção do ecossistema industrial de veículos elétricos da Ampere. Em 2025 assumiu como CEO uma operação industrial na Argentina, conduzindo sua recuperação. Hoje é CEO da Liderare Consulting.

A Liderare Consulting é uma consultoria brasileira dedicada ao desenvolvimento de líderes, times e organizações, com foco em ambientes industriais e de alta complexidade. Atua em três frentes complementares: mentoria individual para executivos e gestores, consultoria para estruturação de gestão, cultura e excelência operacional, e projetos de liderança interina com escopo e mandato definidos. Os programas cobrem desde mentoria executiva para C-Levels até trilhas de desenvolvimento de liderança, inteligência emocional, resiliência e presença executiva aplicadas ao contexto corporativo. O portfólio completo está reunido na página de serviços.

A formação combina base técnica industrial e estudo formal do comportamento humano. Na área técnica, é graduado em Engenharia pela UTFPR e tem MBA em Supply Chain e Lean Manufacturing pela UFRGS. Na área comportamental, cursou três pós-graduações: Neurociência e Sustentabilidade de Pessoas e Organizações pela Santa Casa de São Paulo, Neurociência e Comportamento Humano pela PUC-RS e Psicologia Positiva também pela PUC-RS. Entre as certificações, é Certified Coach pela ICF, Emotional Intelligence Certified Coach no modelo Goleman e certificado em Lean Leadership for Senior Managers. Também concluiu o protocolo MBSR com certificação pela USP.

A atuação concentra-se na indústria, com passagens por eletrônica, automotivo e transformação de plásticos. No setor eletrônico, trabalhou no Grupo Sharp e participou da industrialização de uma fábrica de celulares em Manaus. No setor automotivo, permaneceu mais de duas décadas no Grupo Renault, com responsabilidade sobre manufatura, engenharia de produção, supply chain e, posteriormente, qualidade e satisfação do cliente. No segmento de plásticos técnicos, assumiu a direção-geral de uma operação na Argentina. Geograficamente, atuou em cinco países: Brasil, Argentina, França, Colômbia e Chile. Os casos estão reunidos em Casos e Resultados.

O trabalho de mentoria e desenvolvimento de líderes que hoje é conduzido pela Liderare começou muito antes da fundação da empresa. Ele existiu inicialmente sob a marca pessoal do fundador, a partir de 2015, e depois como Quantika Coaching, sempre em paralelo à carreira executiva na indústria. A Liderare Consulting foi constituída em 2026 e representa a consolidação desse percurso em uma estrutura própria, agora com dedicação integral. A mudança não foi apenas de nome: o escopo se ampliou de coaching individual para uma atuação que inclui consultoria organizacional, programas corporativos e projetos de liderança interina.

Sim. O atendimento internacional é parte do escopo desde a fundação, e decorre diretamente da trajetória do fundador, que liderou operações na França, na Argentina, na Colômbia e no Chile. Os programas individuais são conduzidos majoritariamente em ambiente virtual, o que permite atender executivos em qualquer fuso horário, em português, inglês, francês ou espanhol. Para programas corporativos e trilhas in company, o formato pode ser online, presencial ou híbrido. Aspectos como cultura organizacional local e diferenças de contexto regulatório são considerados no desenho de cada programa. Os canais estão na página de contato.

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